Percebe-se hoje mais do que nunca, que é necessário e indispensável à sociedade contemporânea, como forma de ação do governo (Federal, Estadual e Municipal), a informatização das escolas públicas, como estratégia de diminuição das diferenças sociais entre alunos da rede pública de ensino com alunos da rede privada de ensino, no que diz respeito ao acesso e aquisição dos conhecimentos, uma vez que os avanços tecnológicos trazem consigo, profundas mudanças na forma de estruturação/formação dos saberes. É portanto, vital para qualquer nação à operação e manipulação destas novas tecnologias, para resolver problemas, tomar iniciativas e se comunicar com o globo terrestre. É com essa finalidade que o programa PROINFO (Programa Nacional de Informática na Educação) foi implatado no Brasil, para nortear o uso das novas tecnologias da informação e comunicação nos sistemas públicos de ensino, já que essas técnicas e modelos computacionais vêm sendo amplamente empregado como instrumentos de auxílio na busca do saber cognitivo, tendo em vista, que os computadores estão mudando à maneira de se conduzir as pesquisas e os modos de construção dos conhecimentos. A culminância deste projeto está no melhoramento da qualidade dos processos de ensino-aprendizagem, bem como, na diminuição das lacunas existentes entre a cultura escolar e o mundo ao seu redor, dessa forma as novas tecnologias da informação terão um papel bastante específico que é o de preparar um novo cidadão contemporâneo. Este programa implantado em regime de colaboração entre o MEC (Ministério da Educação e Cultura) e os governos estaduais, representados pelas SEE (Secretária Estadual de Educação), tem como diretrizes estratégicas: introduzir a informática nas escolas públicas para objetivos educacionais; promover o desenvolvimento da infra-estrutura de suporte técnicos de informática no sistema de ensino público; estimular a interligação de computadores entre as escolas públicas, para possibilitar a formação de uma rede ampla de comunicação vinculada à educação e incentivar a articulação entre os atores envolvidos no processo de informatização da educação brasileira. Cada Estado mediante a SEE elaborará um projeto seguindo um roteiro particular que deverá conter ou não especificações particulares (peculiaridades locais) para logo após ser encaminhado para o MEC, visando à sua análise e aprovação. Paralelamente ao projeto do Estado, cada escola deverá estabelecer seu planejamento tecnológico-educacional, com um horizonte de no mínimo 5 anos, indicando: objetivos educacionais; opções tecnológicas escolhidas em função das orientações do projeto do Estado; proposta de capacitação de recursos humanos; cronograma de implantação; identificação da contrapartida da escola, indicando possíveis fontes de financiamento quando da aprovação do projeto estadual. Desta forma as tecnologias contribuirão um tanto ou quanto para motivar os alunos à transcender sua realidade social, dando igual oportunidades de acesso à informação e consequentemente ao conhecimento, devido primordialmente a natureza descentralizada da Internet, que permite encontrar inúmeros acervos bibliográficos dando assim oportunidades iguais à alunos da rede pública de ensino melhorando às condição de vida desses educandos conforme é estabelecido na LBD 9394/96. art 2.sábado, 13 de setembro de 2008
Programa Nacional de Informática na Educação - PROINFO
Percebe-se hoje mais do que nunca, que é necessário e indispensável à sociedade contemporânea, como forma de ação do governo (Federal, Estadual e Municipal), a informatização das escolas públicas, como estratégia de diminuição das diferenças sociais entre alunos da rede pública de ensino com alunos da rede privada de ensino, no que diz respeito ao acesso e aquisição dos conhecimentos, uma vez que os avanços tecnológicos trazem consigo, profundas mudanças na forma de estruturação/formação dos saberes. É portanto, vital para qualquer nação à operação e manipulação destas novas tecnologias, para resolver problemas, tomar iniciativas e se comunicar com o globo terrestre. É com essa finalidade que o programa PROINFO (Programa Nacional de Informática na Educação) foi implatado no Brasil, para nortear o uso das novas tecnologias da informação e comunicação nos sistemas públicos de ensino, já que essas técnicas e modelos computacionais vêm sendo amplamente empregado como instrumentos de auxílio na busca do saber cognitivo, tendo em vista, que os computadores estão mudando à maneira de se conduzir as pesquisas e os modos de construção dos conhecimentos. A culminância deste projeto está no melhoramento da qualidade dos processos de ensino-aprendizagem, bem como, na diminuição das lacunas existentes entre a cultura escolar e o mundo ao seu redor, dessa forma as novas tecnologias da informação terão um papel bastante específico que é o de preparar um novo cidadão contemporâneo. Este programa implantado em regime de colaboração entre o MEC (Ministério da Educação e Cultura) e os governos estaduais, representados pelas SEE (Secretária Estadual de Educação), tem como diretrizes estratégicas: introduzir a informática nas escolas públicas para objetivos educacionais; promover o desenvolvimento da infra-estrutura de suporte técnicos de informática no sistema de ensino público; estimular a interligação de computadores entre as escolas públicas, para possibilitar a formação de uma rede ampla de comunicação vinculada à educação e incentivar a articulação entre os atores envolvidos no processo de informatização da educação brasileira. Cada Estado mediante a SEE elaborará um projeto seguindo um roteiro particular que deverá conter ou não especificações particulares (peculiaridades locais) para logo após ser encaminhado para o MEC, visando à sua análise e aprovação. Paralelamente ao projeto do Estado, cada escola deverá estabelecer seu planejamento tecnológico-educacional, com um horizonte de no mínimo 5 anos, indicando: objetivos educacionais; opções tecnológicas escolhidas em função das orientações do projeto do Estado; proposta de capacitação de recursos humanos; cronograma de implantação; identificação da contrapartida da escola, indicando possíveis fontes de financiamento quando da aprovação do projeto estadual. Desta forma as tecnologias contribuirão um tanto ou quanto para motivar os alunos à transcender sua realidade social, dando igual oportunidades de acesso à informação e consequentemente ao conhecimento, devido primordialmente a natureza descentralizada da Internet, que permite encontrar inúmeros acervos bibliográficos dando assim oportunidades iguais à alunos da rede pública de ensino melhorando às condição de vida desses educandos conforme é estabelecido na LBD 9394/96. art 2.
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